Pesquisar este blog

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Boa Páscoa!

 A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais e bastante saborosa. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.



 Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.




A Páscoa Judaica

Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
 Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.

A Páscoa entre os cristãos

 Para os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
 Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém. 



A História do coelhinho da Páscoa e os ovos

A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.



Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
 Com tantas opções de chocolates no mercado, o abuso acaba sendo inevitável...

BOA PÁSCOA!

segunda-feira, 30 de março de 2015

Campo de Santana


Em uma das partes mais movimentadas do Centro da Cidade do Rio de Janeiro, encontra-se um local que reúne calma, paz e belezas naturais únicas. Trata-se do Campo de Santana.

Campo de Santana
Foto Dado DJ / Trilhos do Rio



Este parque foi construído entre os anos de 1873 e 1880, no local onde muito antigamente ficava um grande descampado, limitado pela Rua da Vala (atual Rua Uruguaiana) de um lado e a encosta do atual Morro da Providência de outro. Esta área já foi designada por Campo da Cidade, Campo de São Domingos (quando foi construído um templo de uma irmandade, no final do século XVII), Campo da Aclamação (onde eram realizadas reuniões e eventos políticos, religiosos e populares. D.João VI e D.Pedro I foram aclamados lá) e finalmente Campo de Santana. Esta última denominação foi recebida no século XVIII, quando da construção da Igreja de Nossa Senhora de Sant'Anna, próxima ao local.




 
Campo de Santana, em 1862
Foto: Rafael Castro y Ordoñez (Biblioteca Nacional)



Ainda no século XIX, foram feitas tentativas de arborização na área. Mas a partir da iniciativa de D.Pedro II, que encomendou um projeto a um paisagista francês, o Campo de Santana passou a ter o modelo que é apreciado hoje.





Todas as fotos acima: Dado DJ / Trilhos do Rio

Atualmente, os trabalhadores e demais pessoas que passam pelo local, tem a oportunidade de vislumbrar figueiras centenárias, diversas árvores de espécies nativas, lagos e monumentos, além da fauna presente, como cotias, patos, marrecos e gansos (que costumam desfilar pelas alamedas do parque). Destaque também para um belo pavão, que ocasionalmente desfila sua bela plumagem aos olhos dos visitantes.


Cotias e um pavão ornamentam mais ainda o local
Foto: Dado DJ / Trilhos do Rio



Um dos vários lagos do parque
Foto: Dado DJ / Trilhos do Rio



 Cascata e Gruta do Campo de Santana, em séculos distintos
Fotos: Biblioteca Nacional e Dado DJ / Trilhos do Rio



 Portão datado de 1873
Foto: Dado DJ / Trilhos do Rio


Aproveitamos este espaço para desejarmos a todos os nosso visitantes e seguidores um excelente ano de 2012 ! Aguardem que teremos muitas novidades !
Contamos com vocês sempre por aqui.
Muito obrigado


Equipe Turismobile



sábado, 28 de fevereiro de 2015

Rio 450 anos de Maravilhas. Parabéns!


 Mui Leal e Heroica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro

E um pouco de sua História...




  O Rio tem uma imensa vocação turística, não é à toa, vamos aos fatos... Em 1 de Janeiro de 1502, o Rio de Janeiro foi descoberto por navegantes portugueses, que acreditando achar a Baía de Guanabara, a foz de um rio, chamou o local de Rio de Janeiro. Porém somente em 1530 a corte portuguesa mandou uma expedição para colonizar a área, em vez de continuar usando-a simplesmente como uma parada em suas aventuras marítimas. Os franceses, por outro lado, tinham estado no Rio de Janeiro e arredores desde o começo do século e estavam dispostos a lutar pelo domínio da região. Em 1 de Março de 1565, Estácio desembarcou numa praia entre o Pão de Açúcar e o Morro Cara de Cão, instalando oficialmente a Cidade que se chamou São sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao Rei de Portugal D. Sebastião e ao Santo do mesmo nome, que se tornou padroeiro da cidade. Em 20 de Janeiro de 1567, os Franceses foram expulsos em definitivo pelos portugueses, na batalha do Uruçumirim, onde hoje encontra -se o Outeiro da Glória.
O começo da cidade como tal foi no Morro de São Januário, mais tarde conhecido como Morro do Castelo, e depois na Praça Quinze até hoje centro vital do Rio.
O Rio de Janeiro desenvolveu-se graças à sua vocação natural como porto. Na mesma época em que ouro foi descoberto no Estado de Minas Gerais, no final do século XVII, o Governador do Brasil foi feito Vice-rei. Salvador era capital da colônia, mas a importância crescente do porto do Rio garantiu a transferência da sede do poder para o sul, para a cidade que se tornaria, e ainda é, o centro intelectual e cultural do país.
Em 1808 a família real portuguesa veio para o Rio de Janeiro, refúgio escolhido diante da ameaça de invasão napoleônica. Quando a família real voltou para Portugal e a independência do Brasil foi declarada em 1822, as minas de ouro já haviam sido exauridas e dado lugar a uma outra riqueza: o café.
O crescimento continuou durante quase todo o século XIX, inicialmente na direção norte, para São Cristóvão e Tijuca, e depois na direção da zona sul, passando pela Glória, pelo Flamengo e por Botafogo. Em 1889, a capital do Império assistiu à queda da monarquia. As mudanças políticas seguiram as diretrizes capitalistas. A transição da Monarquia para a República começa em 1889 e só acaba, efetivamente, em 1930. A cidade, com a Proclamação da República, torna-se a capital federal.
No começo do século XX surgiram as ruas largas e construções imponentes, a maioria no estilo francês fin-de-siècle. O Rio de Janeiro manteve sua posição até a inauguração de Brasília como capital da República em 1960. Capital do Estado do Rio de Janeiro, a cidade continua sendo a referência turística, social e cultural do país.
Nós cariocas, por nascimento ou por adoção, somos presenteados por essa cidade. Seja de forma cultural, ecológica, gastronômica, noturna ou por lazer, curta!!

Mais uma vez, e que todos me permitam...

MUITAS FELICIDADES, RIO DE JANEIRO!
 










Seguidores