Uma homenagem aos chineses e ao Imperador D. Pedro I, realizada na Floresta da Tijuca, atrai moradores, turistas, ciclistas e corredores, aos respectivos mirantes.
A Vista Chinesa, exibe um monumento vazado no estilo oriental, coberta de telhas, que obedece ao desenho de um hexágono, sustentado com colunas e a cabeça de um dragão no topo. Com um belo cenário natural, de lá é possível avistar o Corcovado, o Pão de Açúcar, a Baía de Guanabara, a Lagoa Rodrigo de Freitas e as praias de Ipanema e Leblon.
Existem duas versões para o nome do local: a primeira diz que quando D. João VI chegou ao Brasil, decidiu chamar os chineses para o cultivo de chá no Jardim Botânico. Pela proximidade da região, o mirante recebeu esse nome. A outra hipótese, seria por conta da imigração de trabalhadores chineses entre 1855 e 1856, para atuarem na lavoura de arroz no interior do Estado. Mas como grande parte não tinha qualquer experiência no ramo, eles acabaram sendo contratados para atuarem na construção das estradas da Floresta da Tijuca, usando o local como acampamento.
Subindo pela Vista Chinesa, de carro, a pé ou bicicleta, existe um outro mirante conhecido como Mesa do Imperador. O local possui uma vista privilegiada, e era frequentado constantemente por D. Pedro I e a Imperatriz Leopoldina, que curtiam de uma altitude de 487 m, as belezas do Rio de Janeiro ao som dos pássaros e muito ar puro.
Construção da Vista Chinesa
Fábio Torres
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Cabeça de um dragão
Fábio Torres
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Visual do mirante da Vista Chinesa
Fábio Torres
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Visual do mirante da Vista Chinesa
Fábio Torres
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Visual do mirante da Vista Chinesa
Fábio Torres
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O local é frequentado por inúmeras pessoas.
Fábio Torres
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Placa na Mesa do Imperador
Fábio Torres
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Visual da Mesa do Imperador
Fábio Torres
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Mesa do Imperador
Fábio Torres
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